Foi ali, numa esquina de Leça da Palmeira, que o chef Nuno Castro ajudou a criar uma revolução verde que, aos poucos, foi tomando o país. Na rua da Meditação há um espaço que convida a https://tribunasportsbar.pt/ uma viagem pela gastronomia milenar da Geórgia, feita de sabores intensos, de tradições únicas e de heranças familiares. No menu, sobressaem entradas como a saborosa tarte de cebola assada na brasa. Com a chef Rafaela Ferreira a comandar a cozinha ( venceu o prémio de Chefe Revelação 2025 nos Prémios Mesa Marcada), o Exuberante aposta em ingredientes locais, biológicos e sazonais, dando protagonismo aos vegetais. Pode parecer contraditório, mas tudo faz sentido quando nos sentamos à mesa do restaurante do Altis Porto Hotel, que abriu portas em Agosto de 2024. A estrela Michelin chegou em 2022; e em 2024 integrou a ala dos chefs no Time Out Market Porto.
A comida é de tacho, de forno e a conta é sempre certa, 25€, com bebida, café e diferentes entradas incluídas e sobremesa – uma fartazana! Sem qualquer pretensiosismo e com toda a simpatia, o casal natural de Ponte da Barca recebe-nos como se da família fizéssemos parte – e a magia é que isto vale tanto para clientes de sempre como para alguém que ali chega pela primeira vez. Pelas suas ruas estreitas e casas coloridas, pelos miradouros com vistas de cortar a respiração, pelas galerias cheias de arte antiga e contemporânea, pelos jardins e museus, e pelos restaurantes com comida tradicional ou do mundo.
- Das mãos do chef saem pratos como o vol-au-vent de lavagante e moleja ou o pithivier de novilho e trufa.
- Entre os espaços que ainda cheiram a novo, em Lisboa e não só, há lugar para cozinhas de autor, de fogo, para peixe fresco, neo-tascas e os mais diversos projectos de cozinha internacional.
- Os pratos anunciam-se na ardósia, há uma certa desarrumação em casa, mas nada que atrapalhe a ordem na cozinha de onde podem sair pratos como o xerém com rissóis de berbigão, um pica-pau de atum ou rabo de boi.
- Para rematar, juntam pickles, queijo Cheddar e um molho secreto.
- Ao jantar, as opções ganham outra substância com pratos de conforto que vão dos aromáticos pad thais aos caris, amiúde pontuados por subtis piscares de olho ao receituário nacional.
Mesas corridas, bancos de pau, queijos e presuntos de entrada, um balcão com um mostrador de petiscos completo e uma ardósia que apresenta os pratos do dia. Também conhecido “como aquele sítio na Mouraria que está sempre cheio” e tem um “granda bacalhau assado”, o Zé da Mouraria é o restaurante ideal para quem quer comer muito (muitíssimo), pagar pouco e passar uma tarde pós-almoço, à mesa, sem ser enxotado. Os pratos anunciam-se na ardósia, há uma certa desarrumação em casa, mas nada que atrapalhe a ordem na cozinha de onde podem sair pratos como o xerém com rissóis de berbigão, um pica-pau de atum ou rabo de boi. É a Joaquim Saragga Leal que devemos a Taberna Sal Grosso de onde saíram alguns dos chefs, cozinheiros e taberneiros modernos que têm dado que falar, de Zé Paulo Rocha d’O Velho Eurico a Pedro Abril, na Musa.
Com cozinha aberta e ambiente tranquilo, o serviço é eficaz e tem o seu momento na altura das sobremesas, com o “kinder joy”, um doce com leite condensado, chocolate e avelã que se apresenta numa taça em forma de ovo Kinder. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente. No final, acabe com um arroz doce, uma baklava, uma mamounia ou uns bolinhos de pistáchio, sobremesas que também se podem levar para casa. O ambiente pesado não mudou, tal como a lista deliciosamente parada no tempo , que mantém o cocktail de marisco nos “acepipes”, o bife raspado nos pratos e a banana flambé nas sobremesas. Para terminar tem sobremesas tradicionais, do arroz doce (4,50€) à mousse de chocolate (4,50€).
De portas abertas há menos de um ano em Lisboa, o Encanto de José Avillez e o Kabuki, que tem na cozinha o chef Paulo Alves, conquistaram a… Com o intuito de atender os sócios e os turfistas frequentadores do hipódromo, negociamos um acordo com o Grupo Irajá, capitaneado pelo renomado chef Pedro de Artagão. Era desejo dos sócios reestabelecer os serviços no local, o que foi também objeto de promessa específica quando na eleição da atual administração. Vimos à sua estimada presença para esclarecer as mudanças na alocação de mesas e frequência do 3° andar da nossa Tribuna Social.
Os melhores restaurantes no Estoril
Neste caso, são cinco momentos de inspiração internacional com harmonização. Tem dois à escolha, um de sete e outro de dez momentos, que vão mudando entre estações. O chef saiu de Chaves há já uns bons anos, mas nunca esquece as raízes. O espaço está maior e há um piso inferior novinho em folha, mas esta cervejaria mantém-se fiel à sua identidade de sempre. Deixe os preconceitos em casa e arrisque nuns pezinhos de coentrada, em mioleira, túbaros ou orelha, sempre cozinhados de formas inesperadas. Quer isto dizer que o animal é sacrificado, mas todo aproveitado.
Significa “limpo” em sérvio – no fundo, limpo de preconceitos, à semelhança do chef. Para experiências mais ligeiras às mãos do chef, também no Chiado, tem o Cantinho do Avillez e o Bairro do Avillez, onde pode optar pela Taberna, o Páteo, o Mini Bar e a Pizzaria Lisboa. Num ambiente simultaneamente enfático e descontraído, para que a experiência possa ser aproveitada em pleno, o chef propõe um menu de degustação de grande nível (e já não os dois de outros tempos). O chef João Magalhães Correia, um dos mais talentosos da cidade, abriu com a equipa do Imprensa este restaurante-bar. Esse acordo prevê a exploração de eventos no ClubHouse e no Salão de Apostas, sendo que, neste último, serão realizadas festas de casamento entre outros eventos em dias em que não haja corrida.
Outros comentários sugerem que, por vezes, o serviço pode tornar-se algo caótico, com a equipa a informar os clientes sobre a indisponibilidade de pratos de forma faseada, o que pode gerar alguma frustração. Uma crítica específica mencionou um incidente desagradável com cascas de ovo num prato de "ovos revueltos", uma falha na cozinha que, embora possa ser pontual, afetou negativamente a refeição do cliente. A sua localização no primeiro andar e as amplas janelas garantem não só uma excelente iluminação natural, mas também uma vista panorâmica sobre a praça, tornando a refeição numa experiência visualmente agradável. A sala, moderna e com uma decoração descrita como "chique" e "boa", proporciona um ambiente acolhedor e cosmopolita.
O único senão é só ficar tão fora de mão, pelo menos desta redacção. Já nos dias de cozido à portuguesa (quarta-feira e sábado) o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho. Nesta casa courense – entenda-se, de pessoas de Paredes de Coura – não há prato que desiluda, sendo a massada de peixe, o polvo à lagareiro e os bons grelhados – quer de carne, quer de peixe – uma aposta sempre segura. Não está sempre na carne, sendo habitualmente servida entre segunda e quarta-feira, de quinze em quinze dias.
Cervejaria Boa Esperança
Conforme a classificação CAE, a empresa dedica-se à atividade Restaurantes Tipo Tradicional. Drinks autorais e encontros descontraídos marcam a experiência Aberto desde 2009, o Bar Tribunal tem várias TVs para os jogos de futebol pela rede de tv à cabo SKY e internet wi-fi gratuita para clientes. Prestações da casa voltam a subir em agosto com Euribor acima de 2,4%
Nesta lista vai encontrar muitas opções para brunches em Cascais e programas de fim-de-semana diferentes. E a verdade é que às idílicas praias junta-se uma agenda de eventos preenchidérrima, restaurantes fantásticos, imeeeenso espaço para fazer desporto e, claro, carradas de novidades. Afinal, desde o primeiro dia que nos sentimos em casa na vila como na cidade, desde o primeiro dia Cascais é um ponto cardeal na atenção da Time Out que se diz de Lisboa. E, por fim, para sobremesa tem o cheesecake de frutos vermelhos (4€), um dos bolos do dia (3€) ou a delícia de amendoim (4,50€).
De restaurantes de cozinhas internacionais a bares de vinhos modernos, de muitas casas tradicionais a chefs que querem mostrar que é possível elevar a gastronomia local a novos patamares, o Porto tem a mesa posta. Com passagens por espaços como a Taberna do Calhau ou o Isco, André Andrade e Victor Hugo Sintra decidiram mudar de vida e tomar conta de uma cafetaria no mais inusitado dos sítios, no interior do Complexo Desportivo de Benfica. A casa fica mesmo em frente ao largo do coreto do Calhariz Velho, em Benfica (perto da estação de comboios), e não tem esplanada. Às sextas e sábados, os clientes habituais já sabem, é dia de feijoada à brasileira – um dos grandes sucessos da casa. Com uma barra de nove lugares e três mesas, o pequeno restaurante foi pensado e desenhado pelo chef brasileiro, que conhecemos no extinto Mattë. Sentar-se ao balcão do YŌSO é entrar num ritual omakase sério, com nove momentos de alto nível.